{"id":9534,"date":"2020-05-15T08:39:51","date_gmt":"2020-05-15T11:39:51","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=9534"},"modified":"2020-05-15T08:41:43","modified_gmt":"2020-05-15T11:41:43","slug":"a-missao-de-manuel-da-nobrega","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-missao-de-manuel-da-nobrega\/","title":{"rendered":"A MISS\u00c3O DE MANUEL DA N\u00d3BREGA"},"content":{"rendered":"<div class=\"xg_theme\" data-layout-pack=\"benedick\">\n<div id=\"xg_themebody\">\n<div id=\"xg\" class=\"xg_widget_profiles xg_widget_profiles_blog xg_widget_profiles_blog_show\">\n<div id=\"xg_body\">\n<div id=\"column1\" class=\"xg_column xg_span-16\">\n<div id=\"xg_canvas\" class=\"xj_canvas\">\n<div class=\"xg_module xg_blog xg_blog_detail xg_blog_mypage xg_module_with_dialog\">\n<div class=\"xg_headline xg_headline-img xg_headline-2l\">\n<div class=\"tb\">\n<h1>A MISS\u00c3O DE MANUEL DA N\u00d3BREGA<\/h1>\n<p><a class=\"nolink\">Postado por <\/a><a href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profile\/jorgeluizdeoliveirabarbosa\">jorge luiz de oliveira barbosa<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"postbody\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p><a href=\"http:\/\/storage.ning.com\/topology\/rest\/1.0\/file\/get\/403976389?profile=original\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" class=\"align-center aligncenter\" src=\"http:\/\/storage.ning.com\/topology\/rest\/1.0\/file\/get\/403976389?profile=original\" width=\"400\" \/><\/a><\/p>\n<p>Conhe\u00e7a o trabalho grandioso deste mission\u00e1rio jesu\u00edta que procurou respeitar a vida e a cultura dos povos ind\u00edgenas Pedro \u00c1lvares Cabral, em 22 de abril de 1500, chegou ao Brasil, tocando seu solo pela primeira vez, do hoje Estado da Bahia. Em 1549 chegam os primeiros jesu\u00edtas, sendo chefiado pelo padre Manuel da N\u00f3brega, que muito trabalhou pela grande unidade fraternal, lutando firmemente contra a escraviza\u00e7\u00e3o dos nativos, fazendo seu trabalho de globaliza\u00e7\u00e3o respeitando a natureza do \u00edndio e preparando a vinda do Consolador.<\/p>\n<p>A Companhia de Jesus, de t\u00e3o nefasta mem\u00f3ria, inaugurou um dos per\u00edodos mais lament\u00e1veis da hist\u00f3ria da humanidade, com o surgimento do Tribunal da Santa Inquisi\u00e7\u00e3o, que fez milhares de v\u00edtimas em nome de Jesus. Todo este trabalho foi originado pela mente doentia de seu fundador, In\u00e1cio de Loyola. Assim, o papa Clemente XIV tentou extingui-la, em 1773, com o seu \u201cDominus AC Redemptor\u201d, exclamando com enorme tristeza, \u201cAssino minhas senten\u00e7a de morte, mas obede\u00e7o \u00e0 minha consci\u00eancia\u201d.<\/p>\n<p>Em setembro de 1774 ele desencarna v\u00edtima de envenenamento, por tal decis\u00e3o.<\/p>\n<p>Esta Ordem, uma institui\u00e7\u00e3o de cl\u00e9rigos, tinha como objetivo, al\u00e9m dos bens materiais, converterem os ind\u00edgenas ao Cristianismo. Paradoxalmente, como mission\u00e1rios, o principal prop\u00f3sito era a total obedi\u00eancia ao Papa e seus superiores, ficando mesmo para um plano de menor import\u00e2ncia a mensagem de Jesus. No entanto, muitos dos subordinados n\u00e3o aceitavam essas diretrizes, trazendo-lhes alguns dissabores. Isso sem qualquer receio, pois tinha como seu grande aliado o meigo Jesus, sempre presente nas suas obras.<\/p>\n<p>Um desses lutadores, de grande ilumina\u00e7\u00e3o e leg\u00edtimo mission\u00e1rio de Jesus, foi o padre Manuel da N\u00f3brega, conhecedor da verdadeira natureza do homem e de Deus.<\/p>\n<p>Nascido em 18 de Outubro de 1517, em Sanfins do Douro, entre Douro e Minho, norte de Portugal. Em Salamanca estudou Humanidades, na Universidade local, e em 1541 bacharelou-se em c\u00e2nones em Coimbra. Ingressou na Companhia Jesu\u00edta em 1544, onde foi incumbido de chefiar a primeira miss\u00e3o, em Terras de Santa Cruz, juntamente com mais cinco companheiros.<\/p>\n<p>Aportou na Bahia em 29 de Mar\u00e7o de 1549 e fundou uma igreja, na qual foi o seu p\u00e1roco, entregando-se de corpo e alma, levando a palavra amiga e meiga de Jesus aos nativos.<\/p>\n<p>Criou desde logo um m\u00e9todo pedag\u00f3gico e did\u00e1tico, com a instru\u00e7\u00e3o elementar e secund\u00e1ria. O seu trabalho foi de tamanha eleva\u00e7\u00e3o que foi contr\u00e1rio aos pseudo-valores dos colonizadores. Estes, revoltaram-se e desencadearam forte oposi\u00e7\u00e3o, sendo obrigado a intervir o Rei de Portugal \u2013 D. Jo\u00e3o III \u2013 criando um bispado para que a catequese fosse investida de maior autoridade e for\u00e7a. J\u00e1 o padre Manoel da N\u00f3brega respeitou sempre os valores, usos e costumes do povo colonizado. Aconselhava, mas, sem impor. Recusando-se a cumprir atos de viol\u00eancia, gerou graves desaven\u00e7as com o novo bispo, D. Pero Fernandes, sendo tamb\u00e9m o primeiro bispo do Brasil. Nos finais de 1552, esse not\u00e1vel homem foi obrigado a abandonar Salvador e partiu para a capitania de S. Vicente, onde em 1553 fundou a aldeia de Piratininga e nela, o Col\u00e9gio de S\u00e3o Paulo, dando origem e sendo o fundador da atual cidade de S\u00e3o Paulo, em homenagem ao Ap\u00f3stolo. Em 1553 fundou nova igreja, em Mani\u00e7oaba, uma pequena aldeia, al\u00e9m de uma confraria, com o nome Menino Jesus, que era constitu\u00edda por crian\u00e7as \u00f3rf\u00e3s de portugueses, escravos e ind\u00edgenas. Isso tudo independentemente de costumes, etnias ou diversidade de popula\u00e7\u00f5es, pois para esse cora\u00e7\u00e3o t\u00e3o grande, todos eram filhinhos do mesmo Pai, habitando o mesmo lar.<\/p>\n<p>Continuando sua not\u00e1vel miss\u00e3o, tendo como companheiro fundou mais resid\u00eancias com esse prop\u00f3sito, gerando grande confus\u00e3o para os colonos e os seus superiores. Em 1559 foi demitido do cargo de provincial, devido ao seu her\u00f3ico comportamento, onde lutava firmemente contra a escravid\u00e3o dos nativos, propondo a igualdade dos povos e a luta contra a explora\u00e7\u00e3o do homem pelo homem. Nada apreciado pelos seus superiores.<\/p>\n<p>Em abril de 1563 foi confrontado com uma situa\u00e7\u00e3o muito dif\u00edcil. Surgiu uma revolta contra os portugueses e padre Manoel da N\u00f3brega pacificou os revoltosos com a sua pureza e do\u00e7ura, alicer\u00e7ado no Divino Amigo, transmitido nas suas a\u00e7\u00f5es que o \u00f3dio se combate com o Amor. Conclu\u00edda a paz, a Rainha D. Catarina, regente do reino portugu\u00eas, ficou surpreendida, assim como os seus superiores, j\u00e1 que estes pensavam que nada fazia prever tal atitude dos revoltosos \u2013 os Tamoios. Em 1565, chegada \u00e0 paz, D. Catarina encarregou Est\u00e1cio de S\u00e1, administrador e militar que supervisionava as terras brasileiras, de fundar uma nova col\u00f4nia, com a participa\u00e7\u00e3o dos jesu\u00edtas do qual o padre Manuel da N\u00f3brega foi o primeiro superior m\u00e1ximo desta nova povoa\u00e7\u00e3o, que hoje tem o nome da cidade do Rio de Janeiro. Estendeu a sua jurisdi\u00e7\u00e3o a outras cidades; Santos, Piratininga, Esp\u00edrito Santo, S\u00e3o Vicente, sendo tamb\u00e9m o fundador da cidade de Salvador, a primeira capital do Brasil.<\/p>\n<p>Esse not\u00e1vel esp\u00edrito deu uma gigantesca contribui\u00e7\u00e3o para a hist\u00f3ria brasileira, regressando \u00e0 p\u00e1tria espiritual em 18 de outubro de 1570, no dia em que completava cinquenta e tr\u00eas anos, na cidade do Corcovado.<\/p>\n<p>Deve-se a ele a grande prepara\u00e7\u00e3o mental e espiritual, e mesmo a cria\u00e7\u00e3o das grandes comunidades, como Salvador, S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro. Cidades essas impulsionadoras e geradoras da evolu\u00e7\u00e3o exponencial do Espiritismo.<\/p>\n<p>No entanto, a sua sublime edifica\u00e7\u00e3o continuou, sendo um dos respons\u00e1veis pela elabora\u00e7\u00e3o da magistral obra da codifica\u00e7\u00e3o proposta por Kardec no S\u00e9culo passado, desta vez como esp\u00edrito desencarnado.<\/p>\n<h2>SURGE EMMANUEL<\/h2>\n<p>Em 1927, em conjunto com o seu fiel companheiro de trabalho, o respeit\u00e1vel Chico Xavier, d\u00e1 continuidade \u00e0 sua valiosa miss\u00e3o, apresentando-se como o mentor espiritual Emmanuel, que informou o m\u00e9dium de suas inten\u00e7\u00f5es, pois desejaria continuar sua obra ao lado dele. Acima de tudo, advertiu-o que deveria procurar os ensinamentos de Jesus e as li\u00e7\u00f5es de Allan Kardec, e disse-lhe ainda mais; se algo que aconselhasse n\u00e3o estivesse de acordo com as palavras de Jesus e de Allan Kardec, o m\u00e9dium deveria permanecer sempre com eles.<\/p>\n<p>Emmanuel abordou v\u00e1rias tem\u00e1ticas com a sua af\u00e1vel sabedoria, consolando, amparando e fortalecendo. Uma fonte inesgot\u00e1vel de esclarecimento e aconchego para milh\u00f5es de almas desnorteadas e desalentadas. Suas palavras s\u00e3o simples e objetivas, e em cada frase consegue reunir os tr\u00eas pilares da doutrina esp\u00edrita.<\/p>\n<p>Conhecemos apenas algumas trajet\u00f3rias deste esp\u00edrito, ao longo de sua evolu\u00e7\u00e3o. \u201cH\u00e1 2000 Anos\u201d, quando era o impiedoso senador romano, P\u00fablio Lentulus; decorridos \u201c50 Anos Depois\u201d, nas vestes do escravo grego de origem judia, Nest\u00f3rio; 1500 anos depois como o padre portugu\u00eas Manuel da N\u00f3brega, e finalmente, Emmanuel, abnegado divulgador do espiritismo.<\/p>\n<p>Numa das conversas com o seu fiel \u201ccompanheiro de trabalho\u201d, disse-lhe: \u201c(&#8230;) conheci de perto as ang\u00fastias dos simples e as afli\u00e7\u00f5es dos degredados (&#8230;) quis o senhor, que (&#8230;) o servi\u00e7o do Brasil n\u00e3o me sa\u00edsse do cora\u00e7\u00e3o. A tarefa evangelizadora continua. A permuta de nomes n\u00e3o importa\u201d, alicer\u00e7ando de forma ineg\u00e1vel que o Espiritismo veio esbater o ego dos exacerbados nacionalismos. Desta forma, Manuel da N\u00f3brega adicionou o prefixo \u201cEm\u201d ao seu nome, \u201cManuel\u201d, dando origem ao nome Emmanuel.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca do \u201cdescobrimento\u201d, a grande parte dos portugueses que partiu para o Brasil era proveniente da capital do Norte de Portugal \u2013 Porto. N\u00e3o foi por mera casualidade que o infante D. Henrique \u2013 conhecido na p\u00e1tria espiritual, segundo o esp\u00edrito irm\u00e3o X, como Helil \u2013 reencarnou, cresceu e se transformou num dos grandes emiss\u00e1rios lusitanos da provid\u00eancia divina. Diz-nos o esp\u00edrito Emmanuel: \u201cNos albores do S\u00e9culo XV, quando a idade medieval estava prestes a extinguir-se, grandes assembl\u00e9ias espirituais se reuniram nas proximidades do planeta, orientando os movimentos renovadores que, em virtude das determina\u00e7\u00f5es do Cristo, deveriam encaminhar o mundo para uma nova era. Todo esse esfor\u00e7o de regenera\u00e7\u00e3o efetuava-se sob o Seu olhar misericordioso e compassivo, derramando sua luz em todos os cora\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>REVISTA CRIST\u00c3 DE ESPIRITISMO \u2013 Artigo fornecido pelo site da Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dico-Esp\u00edrita da \u00c1rea metropolitana do Porto \u2013 Portugal.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A MISS\u00c3O DE MANUEL DA N\u00d3BREGA Postado por jorge luiz de oliveira barbosa Conhe\u00e7a o trabalho grandioso deste mission\u00e1rio jesu\u00edta que procurou respeitar a vida e a cultura dos povos ind\u00edgenas Pedro \u00c1lvares Cabral, em 22 de abril de 1500, &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-missao-de-manuel-da-nobrega\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"aside","meta":{"footnotes":""},"categories":[18,1,23,16,19],"tags":[],"class_list":["post-9534","post","type-post","status-publish","format-aside","hentry","category-a-familia","category-artigos","category-ciencia","category-espiritismo","category-transicao","post_format-post-format-aside"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9534","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9534"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9534\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9535,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9534\/revisions\/9535"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9534"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9534"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9534"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}